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Quando retroceder é a palavra de ordem

Sem liderança e remando contra a maré, Brasil espera por uma saída justa e responsável nas próximas eleições.

Jair Bolsonaro — Evaristo Sa/AFP/reprodução Veja

Enquanto líderes mundiais observam e analisam as consequências sofridas no Brasil diante de uma política rasteira e irresponsável, a imprensa internacional mostra aos habitantes de outros países o palco risível e trágico onde nossos governantes atuam.


Eleitos apresentando propostas em conserva, retiraram das prateleiras potes vencidos com ideias inadequadas que deveriam servir apenas a estudos sobre retrocessos e, abolidos na maior parte dos países sérios. Como consequência, hoje uma parcela pequena, porém ainda significativa da população, girando na casa dos 15% de acordo com institutos de pesquisas, vem chacoteando a democracia defendendo uma conduta tão maldosa quanto feroz por parte de líderes que fazem questão de apoiar.


Uma soma de governo federal irresponsável e atroz, com 15% de população fechada em pensamentos enferrujados e de pouco alcance, tem criado uma peça teatral de extremo mau gosto. Arrogantes e incapazes de atingir sucesso de público e crítica, degolam leis de incentivo à cultura e insistem no apedrejamento de nomes reconhecidos internacionalmente. Como suporte, velhos nomes que sugerem uma comida boa em panela velha, reforçam que se coma sem higiene, sem direito a utensílios de qualidade, com risos de uma namoradinha dissimulada e aos pulos de quem quer levantar poeira.


Derrubam nossas florestas com a mesma desfaçatez que juram amor ao verde da bandeira, espalham notícias fantasiosas com a mesma velocidade que dão a um vírus mortal, espumam de ódio quando prendem as velhas carnes de terno armado e vociferam ameaças ao cerco que vem se fechando às suas tenebrosas transações, inconformados com a letra implacável de quem toca o despertador de nossa pátria mãe subtraída.


Nada modestos, voam à Índia nos particulares jatos de uma força aérea luxuosa, bem diferente dos trens da central do Brasil das balas perdidas da milícia. Como prova de austeridade com o abuso do dinheiro público, punem os viajantes da terra da Rupia oferecendo-lhes cargos importantes no palácio, numa tentativa de apagar de seus passaportes, mas não das costas do contribuinte, a queima de combustível gerado pelo fóssil.


Nada impressiona tanto quanto o lado impresso na mídia