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Empreendedorismo é o nome da escravidão contemporânea

Atualizado: 15 de jun. de 2021

Cabe de tudo no "empreendedorismo", até a precarização do trabalho e da vida humana.

Imagem viralizou no início de 2020 quando o entregador de aplicativo Wesley Francisco Muniz, foi flagrado enfrentando uma enchente para continuar realizando as entregas que chegavam pelo aplicativo.

Deixando a cargo do trabalhador a alimentação, água, equipamento de trabalho e EPIs, essas grandes empresas se equiparam a casos famosos de fazendas flagradas cometendo o crime de submeter o trabalhador à condição análoga a escrava, onde os trabalhadores precisam alugar foices, luvas, botas, capacetes e até a garrafa térmica para que levem água para a lavoura.

É óbvio que esse editorial preferia tratar de coisas mais banais, podemos um dia falar de coisas menos polêmicas, como a mudança que o home office traz para o visual das pessoas. Infelizmente vai ficar para outro dia, hoje precisamos falar de “escravidão empreendedora”.


No final de semana passado, as redes sociais borbulhavam com algo muito errado que estava acontecendo. Um vídeo em que um entregador, desses de aplicativos, era agredido com um “mata-leão”. O motivo? Havia uma fila de entregadores esperando pela sua vez de ALUGAREM uma bicicleta que usam para fazerem as entregas. Nesse momento, uma mulher que passeava com seu namorado e desejava alugar uma bicicleta, teve um desentendimento com os entregadores e procurou a polícia para que a POLÍCIA garantisse um aceso mais rápido às bicicletas. Pelo depoimento das testemunhas, o entregador que esperava por sua vez não concordou com aquela “solução militar” e acabou se