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Polígrafo

Esse material foi encaminhado para a redação Dossiê através de um(a) leitor(a) que preferiu não se identificar, dado o teor do texto. Respeitaremos o pedido e identificaremos a autoria do texto apenas por suas iniciais.

Entre ministros com graduações concedidas por Deus, ambientalistas que vendem a Amazônia. Entre negacionistas e terraplanistas. Entre declarações de estado de Calamidade e motim para um possível Estado de Sítio. Entre 360 mil genocídios. Entre zombarias internacionais e a visão de Jesus na goiabeira. Entre mamatas, mamadeiras de piroca, a farra do leite condensado e a “Mansão da Rachadinha”: a DEMOCRACIA.


Entre tantas mentiras, uma verdade: Nunca na história desse país tivemos tanta fragilidade democrática. O cruel viés da democracia atual, é conceder a loucos e tiranos o direito de ser eleito. De comandar um país, à torta forma de valores pessoais e imorais, sob a luz do cristianismo e da tradicional família brasileira patriarcada pelo “cidadão de bem”.


A dor e delícia de ser Democracia: Prende por inquisição o maior Líder do país, que se embaralhando as pernas tenta dar continuidade a sua gestão e manter a sua imagem através de uma Mulher, que tem os efeitos de uma Ditadura tatuados em suas vísceras e com seu olhar firme e pragmático de agir, faz com que Aquele usa os óculos da moralidade desvirtuada a veja como insensível e incapaz.


A prisão do metalúrgico que transformou a República Tupiniquim foi cercada de enredos que ajudaram Padilha a criar uma série ficcional, com “mecanismos” a base de mentiras e de fake News coordenada por um Juiz Ladrão, que se autocondecorou herói permitindo que seus súditos transformassem a imagem de um país que emergia para outro que submergia na vastidão de denúncias de corrupção criada dentro de gabinetes daqueles que tem a alcova de “custus legis”.


Condenado pelo Tribunal de uma Republiqueta Curitibana, o Metalúrgico teve toda sua vida atacada e devassada, além de ignorado o contraditório e a ampla defesa, de ter sido gravado, monitorado e condenado, o Homem não se permitiu convalescer. Teve a perda de familiares zombados pela associação de seus inquisidores que juraram cumprir e fazer cumprir a Constituição da República e as leis.


Ora, onde há verdade numa democracia que se corrompe de mentiras para que se possam conduzir ao caminho de interesses e a consolidação do “acordão com Supremo com tudo”? Como se pode acreditar na verdade democrática quando se elege um presidente na base de mentiras e conluios? Como manter vivo e incólume o Estado Democrático do Direito que condena aquele que vai em desencontro de interesses maiores, que é o dinheiro? Ou como acreditar que ela há de resistir se cerceiam direitos de respostas e opiniões de líderes políticos, somente porque suas casas televisivas não apoiam as formas lídimas de governo, pautada na concessão de direitos reais aos pobres, sob a alegação de que aquilo não lhe convém?


Talvez Pedro Bial, assim como sua Douta “Casa” que lhe concede a voz, e te permite “conversar” com Juiz Herói ou ouvir paranoias do autoproclamado Filósofo Olavo, todos eles, sem sentença virtual condenatória, nem equipamentos que apitariam durante todo o programa dadas as inverdades ditas, não seja o Metalúrgico o único necessitado do polígrafo, a Democracia tem clamado ser ouvida há algum tempo, visto que a “Justiça”, completamente cega, a tem silenciado desde 7 de abril de 2018.


R.V.

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