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Embraer aposta em aeronave moderna para curtas distâncias

Um projeto robusto de turboélice com modernidade e eficiência energética para suprir as demandas do mercado aéreo

Ilustração mostra como devem ser os aviões que a Embraer projeta para superar curtas distâncias com mais economia, conforto, sustentabilidade e segurança. | Foto: Embraer / Divulgação

A Embraer inova em projeto que poderá atender as empresas aéreas nas rotas de curta distância, com eficiência, sustentabilidade e redução de custos.


Com uma marca já bastante consolidada no mercado nacional e externo, além de continuar seus investimentos na carreira dos Ejets presentes nos espaços aéreos de todo o planeta, a Embraer apresentou um modelo de avião bastante inovador, adaptado aos aeroportos regionais e compatíveis, também, com as tendências de combustível no futuro, com larga capacidade de conversão ao sistema híbrido.


Os jatos produzidos hoje pela empresa atendem a várias empresas, com alta tecnologia e desempenho, porém os modelos Ejets não se mostram rentáveis em rotas de curta distância, considerando consumo e capacidade de passageiros.


Destaque para os motores Turboélices de nova geração (TPNG), projetados pela Rolls Royce, que já devem vir adaptados para em um futuro próximo se adaptarem a combustíveis verdes, como o tão aguardado Hidrogênio | Foto: Embraer / Divulgação

Com base nisso e após uma série de estudos, a Embraer apresentou um projeto de aeronave que poderia, por exemplo, atender o mercado nas rotas regionais, com um modelo Turboélice de Nova Geração, cuja sigla em Inglês é TPNG. Uma nova frente de negócios que poderá render a produção de 2.000 aeronaves num período de 20 anos, colaborando com o planeta graças a uma menor emissão de poluentes, além de poder gerar uma economia entre e 20 e 40% no consumo.


Um projeto que precisa estar adequado não só às necessidades de economia e sustentabilidade, mas também à realidade dos aeroportos regionais, hoje muito mais modernizados para receber aviões.


Esse turboélice de nova geração, com capacidade média de 70 passageiros, deverá chegar ao mercado apresentando seus motores na parte traseira, com duas intenções principais. Uma delas é fornecer aos passageiros maior conforto com a questão acústica, pela redução de ruído na cabine e a outra é garantir o uso dos fingers de embarque e desembarque sem tomar nenhum espaço que poderia atrapalhar essa operação, caso os motores estivessem nas asas.


Com a crescente e necessária busca por combustíveis sustentáveis, o projeto prevê que no futuro não seriam necessários maiores custos de adaptação, inclusive no caso de propulsão por hidrogênio. Para tanto, as empresas Rolls-Royce e Pratt & Whitney já fazem parte desses estudos junto à Embraer.

Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro - Jundiaí - SP | Foto: Reprodução / Voa SP

A ideia de que essas aeronaves estejam mais presentes nos aeroportos regionais, em voos de curta distância, tornou o projeto das asas com características mais longas e ao mesmo tempo, mais finas e retas. Isso propicia um uso perfeito para esses aeroportos, ao contrário das asas que tem maior “flechamento”, como se observa nos jatos mais antigos como o 707 e nos atuais 737 Max, que exigiriam pistas maiores para decolagem e fugiria do conceito inicial de uma aeronave para aeroportos regionais. Asas mais alongadas, finas e compridas, permitem voar mais alto e decolar mais rápido, um encaixe perfeito aos voos regionais.


A Embraer busca aprimorar, sempre levando em conta projetos anteriores que obtiveram bastante sucesso, desde o Bandeirante e os EJets, o que colabora para a idealização das novas aeronaves, como é o caso do TPNG (Turboélice de nova geração).


Considerando a tendência de mercado, suas mudanças e até a própria pandemia, uma série de estudos nesse sentido está em curso, o que ainda não estabelece uma data para execução e lançamento, mas é provável que dentro de alguns meses a empresa faça algum anúncio mais oficial sobre essa aeronave que embora traga conceitos anteriores de turboélice, como os utilizados nos períodos de guerra, vem com bastante modernidade e eficiência.


A visão de negócios da Embraer mostra-se bem firme e consolidada, não apenas gerando lucros à própria, mas também com a execução de projetos que se casem com a necessidade das empresas que venham a utilizar suas aeronaves, abrangendo rotas, aeroportos, sustentabilidade, economia, segurança e conforto.


Sem dúvida um projeto que conta com a solidez e confiabilidade da Embraer, com as expectativas das empresas aéreas do globo e com a necessidade crescente de modernização e redução de custos, tanto para as empresas quanto aos passageiros.


Ilustração mostra como devem ser os aviões que a Embraer projeta para superar curtas distâncias com mais economia, conforto, sustentabilidade e segurança. | Foto: Embraer / Divulgação

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