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“Aerococa”: Cocaína foi transportada outras 7 vezes em voos oficiais

Investigações da PF e Ministério Público militar apontam que cocaína em voo presidencial não foi a primeira vez e lista ao menos outras 7 ações semelhantes.

Sargento preso na Espanha se aproveitou de posição no Grupo de Transportes Especiais, para carregar drogas em sua bagagem pessoal | Foto: Agência FAB

Em junho de 2019 a comitiva, a caminho da cúpula do G20, fez uma escala na Espanha e um dos maiores escândalos nacionais veio à tona. O sargento da Aeronáutica, Manoel Silva Rodrigues, da equipe que transportava a comitiva presidencial, mais precisamente na operação do avião presidencial reserva, ou avião de apoio, desembarcou e foi flagrado com 39 Kg de pasta base para a produção de cocaína. Carga avaliada em mais de R$ 6 milhões.


Sem acordo, o sargento não quis cooperar com as investigações e foi sentenciado a 6 anos de prisão na Espanha por tráfico internacional.


Apesar da prisão, as investigações avançaram no Brasil e chegaram à conclusão de que aquela não tinha sido a primeira vez. O sargento já havia carregado drogas anteriormente em outras 7 oportunidades, 3 delas em voos internacionais, todos com escala na Espanha, foi o que revelou a investigação à qual a reportagem exclusiva de Josmar Jozino e José Dacau, para UOL, teve acesso.



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