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Viagem, luxo e homofobia, nas asas do Brasil

Governo, agressões e obscurantismo, em berço de primeira classe

Presidente Jair Bolsonaro e a 1ª dama Michele Bolsonaro em viagem oficial a Dubai | Foto: Isac Nóbrega/PR

Enquanto líderes de importantes países se reúnem para promover maior entendimento e avanço entre as nações, sobre o combate à desigualdade e respeito ao planeta, nós, por aqui, seguimos assistindo ao oposto do que se espera de uma esfera governamental organizada, responsável e atuante.


Já não são mais apenas preocupações e espantos com eventuais transportes de cocaína nos aviões brasileiros das comitivas presidenciais. Igualmente corrosiva e perigosa, a presença do próprio presidente nessas aeronaves tem levado a vários países não só um assombro pela falta de postura e diplomacia, mas também uma mente embalada com mentiras e escárnio que fariam qualquer cão farejador apontar aos agentes alfandegários que o perigo acaba de aportar vestido de luxo, má fama e repulsa.


Gera não só desconforto, mas também inconformismo, saber que o representante de um país outrora aclamado pela esfera séria do planeta é, no mínimo, um poço de indecência e farra bruta a desfilar pelos desertos onde brotam opressores que o acolhem em lugares suntuosos, mas igualmente espantados com o nível primário de sua atuação. Um governo que torra o dinheiro público em gastos mais que esbanjadores, ao melhor estilo Imelda Marcos, não conseguindo dirigir um décimo desse montante em aprimoramento pessoal que possa, no mínimo, reduzir um pouco do impacto da arlequinada que derrama por onde passa.


Recentemente no Bahrein, O Jair da Michele, com parte de seus anões dos jardins imperiais, conseguia, mais uma vez, rir com sua autoajuda de outro membro de sua comitiva, Mario Frias, usando-o como trampolim para mergulhar naquilo que ama de paixão: Sua piscina homofóbica. Com seu porte atlético que não faz inveja nem mesmo para seus fantasmas maricosos, criados a partir de sua vasta gama de falso conhecimento moral e ético, nada a curtas braçadas para em seguida se enxugar numa toalha de algodão egípcio que lhe cobre de macheza bruta à custa da pobreza que criou em larga escala, desde que lhe abriram as portas da cela da ignorância, permitindo-o por aí sair numa caça desenfreada a qualquer ser que possa aguçar sua fantasia reprimida de querer experimentar um papel diferente no jogo de xadrez e que, sem dúvida nenhuma, não seria o de peão.