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A CARA DO CINEMA BRASILEIRO: 03 - O Caminho das Estrelas

Os sumiços, percalços, falta de incentivo e o retiro dos artistas.

A Floresta Que Se Move (Vinicius Coimbra, 2015) | Em cena: Clara (Ana Paula Arósio)
 

A CARA DO CINEMA BRASILEIRO é uma série especial de publicações do Portal Dossiê etc, escrita por Cleber Eldridge, sobre os atores que fazem o cinema nacional sobreviver, crescer e nos maravilhar com suas obras a cada dia.


Dos medalhões, que foram do cinema para a TV, até as revelações não tão conhecidas do grande público, os rostinhos do cinema brasileiro desfilarão pela série de publicações A CARA DO CINEMA BRASILEIRO. Aproveite e se aventure pelo cinema nacional. Uma viagem inesquecível. Boa leitura!

 

POR ONDE ANDAM?


O que faz um artista parar de trabalhar? O que faz com que ele(a) se isole do mundo? O fato é que, para essa pergunta as respostas sempre serão meio parecidas: a falta de oportunidade, roteiros pouco arrojados, condições escassas ou por razões particulares – cada um tem o seu motivo para deixar as telonas, só quem perde com isso, somos nós meros espectadores.

O exemplo mais famoso disso é Ana Paula Arósio que, do dia para a noite, simplesmente desapareceu das telonas e telinhas e continua assim até agora, ainda que tenha dado o ar da graça para um comercial do Santander e um trabalho aqui ou ali, em Como Esquecer (Malu de Martino, 2010) teve uma grande atuação e parecia que seria a nova estrela do cinema — já que na TV já era uma protagonista consolidada —, mas de lá para cá fez apenas Anita & Garibaldi (Alberto Rondalli, 2013), A Floresta Que Se Move (Vinicius Coimbra, 2015) e Primavera (Carlos Porto de Andrade Jr. 2018).